ANER  
Sumário
Anteriores
Palavras
Páginas Abertas
Por que anuncio
em revista
Por que leio
revistas
Especiais
Leis
Tributário
Notícias da ANER
Cultura
Quem sabe
ensina
 
 
Newsletter
Expediente
Associe-se
ANER
 
Outra forma de revista
No caldeirão da tecnologia, novas mídias unem-se às revistas permitindo fazer a extensão de produtos e serviços. Editoras antenadas com os novos tempos conectam conteúdos impressos com plataformas diferenciadas, fazendo novos e melhores negócios. Saiba o que já está sendo feito neste mundo de bits e gigaflops.

Num universo repleto de "eu também", criatividade, inovação e ações diferenciadas são cada vez mais o leitmotiv capaz de atrair a atenção (e as verbas) de leitores e anunciantes. Nesse cenário que deixa os Jetsons se parecerem com neandertais, as novas tecnologias (e outras nem tanto) tornam- se mais que aliadas dos melhores negócios: são ferramentas essenciais para consolidar marcas sintonizadas com o presente e com capacidade de sobrevivência no futuro. Nessa salada midiática batizada de cross media (termo que pode ser interpretado como cruzamento de mídias), a soma das partes é maior que o todo e quem não estiver conectado e interativo vai para a vala comum dos analfabetos digitais.

Trazendo um quê de estranheza característico a tudo que é novo, as novas oportunidades geradas pelas traquitanas nascidas nos laboratórios high tech do Vale do Silício ainda carecem de compreensão. WiMax, VoIP, Podcasting e TV-over-IP são códigos de concepção limitada aos não-iniciados em informatiquês. Pouco a pouco, eles se incorporam ao cotidiano. Porém, já não se fazem mais futuros como antigamente. Nesse planeta em que bits navegam por ondas sem fio, tudo-é-mesmo-muito-rápido. Antes que os mortais se adequem às novas tecnologias, algo novo já chegou ao mercado, exigindo resiliência e capacidade adaptativa constantes.

É uma espécie de corrida do ouro em que o mapa da mina muda o tempo todo de lugar. E, como em toda boa corrida, os últimos serão... os últimos mesmo. Para dar uma idéia da velocidade dessas transformações, quando foi lançado, o rádio levou 38 anos para conquistar 50 milhões de usuários no mundo inteiro. A televisão levou 13. A internet, apenas quatro. Transformando definitivamente o modo de receber, armazenar e distribuir informações, no Brasil a rede entrou com banda larga em nossas vidas: 14% da população já têm acesso doméstico à internet. Mesmo com uma vergonhosa distribuição de renda, com mais de 60% da população vivendo com menos de 4,2 salários mínimos, conquistamos um glorioso décimo lugar no ranking de maior número de usuários.

O mercado de telefones celulares exibe um crescimento ainda mais vertiginoso. Segundo o IBGE, em 2002 havia mais de 34 milhões de aparelhos no Brasil. Em 2004, esse número quase dobrou - foi para 67 milhões. Agora em abril foram contabilizados um total de 89,4 milhões de unidades. Apresentando cifras titânicas e custos tão reduzidos quanto os mais recentes lançamentos de aparelhos celulares, a telefonia móvel obviamente representa a nova mídia com maiores possibilidades a serem exploradas. Ao mesmo tempo, apresenta também mais desafios a serem superados.

Civita, da Editora Abril: "Os avanços não nos preocupam. Quem deve se preocupar são os produtores de papel. Afinal, nós somos produtores de conteúdo".

 

CROSS MEDIA ALÉM DAS TELAS
Os projetos de cross media não se limitam às telas de computadores ou celulares. Eles podem ser desenhados com base em meios tradicionais, como um evento. O projeto "No Capricho", uma das ações diferenciadas realizadas pelo Núcleo Jovem da Abril, é uma mostra do que pode ser feito nessa esfera menos tecnológica. Pensado de maneira múltipla, o evento é dirigido às leitoras da revista Capricho em particular, mas atinge a todos os jovens no geral.

Reunindo atrações como desfiles, baladas e shows, suas mais recentes edições tiveram como palco as instalações da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo. Nesses eventos multimidiáticos, a galera participou de atividades mais que variadas. Desfiles de moda, oficinas de bijuteria, contatos com o trabalho de algumas ONGs, lojas de roupas e acessórios e até entrevistas em miniagências de modelos foram algumas das atividades que animaram a festa, reunindo mais de 15 mil jovens.

DivulgaçãoExtrapolando a esfera das meninas que formatam seu target principal, o evento atraiu significativo contingente masculino. Para tanto, a campanha de divulgação foi estampada também nas páginas das revistas Mundo Estranho e Superinteressante, além de ter intensa divulgação nos sites jovens das revistas da editora. "Essa é mais uma forma de falar com o nosso público por outro meio que não seja a revista", informa Valeska Scartezini, gerente de Marketing. Sem dúvida, uma forma inusitada e criativa, que gerou bons números para o faturamento de Capricho e intensificou ainda mais a interação da revista com seu público.


PÁGINAS :: 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | Próxima >>


cViewer
Folheie aqui a revista
20 21

22 23

24

 


 
 
 
Copyright © 2005 - ANER - Associação Nacional de Editores de Revistas - Termos legais
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação sem autorização.